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O verdadeiro desafio da descarbonização industrial: não é o investimento, é a permanência

O verdadeiro desafio da descarbonização industrial: não é o investimento, é a permanência O nosso diretor executivo, Alexandre Barbosa, participou do webinar de socialização do Plano de Investimento do Climate Investment Funds – Industry Decarbonization Program (CIF-IDP). A discussão trouxe uma reflexão importante: o Brasil talvez nunca tenha estado tão bem posicionado para liderar a transformação ecológica global. Entretanto, ao observar os números e as oportunidades apresentadas, ficou claro que o principal desafio não está apenas no volume de recursos disponíveis, mas na forma como esses recursos serão convertidos em transformações duradouras. Os valores em discussão são expressivos. O programa prevê US$ 250 milhões em recursos do CIF-IDP para acelerar a descarbonização de setores industriais intensivos em emissões. Paralelamente, o Ministério da Fazenda, por meio da plataforma BIP – Plataforma de Investimentos em Transformação Climática e Ecológica, já identificou um potencial de aproximadamente US$ 25 bilhões em investimentos. Esses recursos podem impulsionar a transformação de setores estratégicos da economia brasileira, incluindo aço, cimento e hidrogênio de baixa emissão, segmentos tradicionalmente associados a grandes volumes de emissões de gases de efeito estufa. À primeira vista, trata-se de uma oportunidade histórica. No entanto, é justamente nesse ponto que emerge um aspecto crítico que frequentemente recebe menos atenção: o risco de reversão econômica e tecnológica nos projetos de descarbonização industrial. A diferença entre projetos naturais e industriais Nos projetos de Soluções Baseadas na Natureza, o risco costuma estar associado a fatores físicos ou ambientais, como incêndios florestais, eventos climáticos extremos ou desmatamento. Já no contexto industrial, o risco assume uma natureza distinta. Mesmo quando um projeto reduz emissões de forma significativa no presente, essa redução pode não se sustentar no longo prazo. Mudanças tecnológicas, oscilações no custo de energia ou matérias-primas, e pressões de mercado podem tornar determinadas soluções menos competitivas ao longo do tempo. Em outras palavras, um projeto de descarbonização pode funcionar bem hoje e perder sua eficácia amanhã. Isso ocorre porque o benefício climático não pode ser tratado como um evento pontual. Ele precisa ser estrutural e permanente dentro da operação industrial. O verdadeiro desafio: a sustentabilidade do OPEX Grande parte das discussões sobre transição energética se concentra no CAPEX, ou seja, no investimento inicial necessário para implantar tecnologias de baixo carbono. Contudo, a experiência mostra que o desafio mais complexo muitas vezes está no OPEX, o custo de operação dessas soluções ao longo do tempo. Se o custo da energia renovável, do hidrogênio verde ou de outros insumos de baixo carbono sofrer oscilações relevantes, o incentivo econômico para retornar a tecnologias mais intensivas em carbono pode reaparecer. Esse fenômeno cria o que pode ser chamado de risco de reversão econômica: quando condições de mercado tornam mais atrativa uma tecnologia menos sustentável. Os três pilares para evitar o retrocesso Para que a descarbonização industrial seja efetiva e duradoura, três pilares tornam-se essenciais. Governança robusta.Projetos precisam ser estruturados de forma a evitar retrocessos tecnológicos, mesmo diante de mudanças de mercado ou pressão por redução de custos. Monitoramento rigoroso.Sistemas sólidos de MRV — Monitoramento, Relato e Verificação são fundamentais para garantir que as reduções de emissões ocorram de forma consistente ao longo do tempo. Estabilidade regulatória.Investidores precisam de previsibilidade. Sem continuidade regulatória, o risco percebido aumenta e a escala dos investimentos tende a diminuir. O Brasil diante de uma oportunidade histórica O pipeline de projetos de descarbonização no Brasil já existe e é ambicioso. Com abundância de recursos naturais, potencial de energia renovável e crescente interesse internacional em financiar a transição climática, o país reúne condições únicas para assumir protagonismo na economia de baixo carbono. De certa forma, o Brasil está diante de uma situação emblemática: tem a faca e o queijo na mão. Mas transformar potencial em realidade exige algo que costuma ser mais difícil do que mobilizar capital: rigor na execução. É justamente nesse ponto que iniciativas especializadas ganham relevância. Estruturar projetos, garantir governança, implementar sistemas de monitoramento e assegurar a integridade das reduções de emissões são elementos essenciais para que a transição não seja apenas promissora, mas efetiva. Nesse contexto, a Carbon Hub busca apoiar empresas e projetos na construção de trajetórias sólidas de descarbonização, conectando estratégia, tecnologia e governança para que os benefícios climáticos gerados hoje permaneçam relevantes no futuro.

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BNDES Lança Seleção para Estudar a Certificação de Crédito de Carbono no Brasil: O que você precisa saber

BNDES Lança Seleção para Estudar a Certificação de Crédito de Carbono no Brasil: O que você precisa saber. O Brasil está diante de uma oportunidade histórica para se consolidar como líder global na economia de baixo carbono. Com a maior biodiversidade do planeta e um potencial enorme em setores como agricultura e restauração florestal, o país agora busca fortalecer a integridade e a transparência de seus ativos ambientais. Nesse contexto, o BNDES anunciou a abertura de uma Seleção Pública (FEP Fomento nº 01/2026) para escolher um parceiro executor para o estudo técnico “Certificação de Crédito de Carbono no Brasil”. Por que este estudo é fundamental agora?Atualmente, a certificação de projetos de carbono no Brasil depende fortemente de metodologias e empresas estrangeiras. Muitas vezes, essas regras internacionais não captam as peculiaridades dos nossos biomas, como a Amazônia e o Cerrado, ou as realidades de pequenos produtores e comunidades tradicionais. O estudo visa diagnosticar essas lacunas e propor caminhos para que o Brasil tenha um ecossistema de certificação mais acessível, inclusivo e rigoroso, alinhado ao novo Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE). Detalhes da Seleção PúblicaSe você faz parte de uma organização de pesquisa, consultoria ou instituição tecnológica, confira os pontos principais do edital: Objetivo: Realizar um diagnóstico abrangente sobre a oferta de serviços de certificação, identificar lacunas metodológicas e mapear melhores práticas de governança. Investimento: O BNDES disponibilizará até R$ 10 milhões em recursos não reembolsáveis (via BNDES FEP) para a execução do estudo. Prazo de Execução: O trabalho deverá ser concluído em um período de 6 meses. Quem pode participar: Pessoas jurídicas de direito público ou privado (individualmente ou em consórcio) com experiência comprovada em mercados de carbono e temas correlatos. Eixos de TrabalhoO parceiro selecionado deverá atuar em cinco frentes principais, que incluem desde o levantamento dos organismos de verificação (VVBs) até a análise de conformidade com o Artigo 6º do Acordo de Paris. O foco é garantir que o crédito de carbono brasileiro seja sinônimo de alta integridade no mercado mundial. Como se inscrever?As propostas devem ser enviadas exclusivamente pelo Portal do Cliente do BNDES. Prazo final para inscrição: 09 de fevereiro de 2026, às 17h. Dúvidas técnicas: Podem ser enviadas para o e-mail oficial: [email protected]. Este é um passo decisivo para que os benefícios econômicos da transição climática cheguem de forma justa a quem protege nossas florestas e inova no campo. Acompanhe mais novidades sobre sustentabilidade e economia verde em nosso blog.

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Breaking news – COP 29

COP29 Desbloqueia os Mercados Internacionais de Carbono e Avança no Combate às Mudanças Climáticas A COP29, realizada em Baku, alcançou um marco histórico com a operacionalização total do Artigo 6 do Acordo de Paris, encerrando uma década de impasses. Essa conquista permitirá mercados de carbono transparentes e confiáveis, possibilitando a colaboração entre países e empresas para atingir metas climáticas e reduzir emissões de forma mais eficiente. Estima-se que o Artigo 6 economize até US$ 250 bilhões anuais na implementação de planos climáticos nacionais, permitindo reinvestimentos em iniciativas de maior ambição.   Esse avanço é resultado de intensas negociações lideradas pela Presidência da COP29, que uniu esforços técnicos e políticos para criar consenso entre as Partes. Além de desbloquear o potencial dos mercados internacionais de carbono, a adoção das diretrizes do Artigo 6.4 no primeiro dia do evento impulsionou um progresso significativo. Mukhtar Babayev, presidente da COP29, destacou a importância do Artigo 6 como ferramenta essencial para manter o limite de 1,5°C ao alcance e promover soluções climáticas transnacionais.   As diretrizes aprovadas visam garantir a integridade ambiental, transparência e inclusão social nos projetos de carbono, respeitando os direitos humanos e promovendo o desenvolvimento sustentável. O negociador-chefe Yalchin Rafiyev ressaltou que essa conquista traduzirá impactos concretos, como o fechamento de usinas de carvão, a construção de parques eólicos e o plantio de florestas, impulsionando uma nova onda de investimentos, especialmente em países em desenvolvimento.   A operacionalização do Artigo 6 representa mais do que uma conquista técnica; é um catalisador para projetos globais que conectam ambição climática e cooperação econômica. A Presidência da COP29 encoraja as Partes a utilizarem as economias geradas para aumentar a ambição climática em suas próximas submissões de NDCs, previstas para 2024, reforçando a luta coletiva contra as mudanças climáticas.   Com essa vitória, o mundo dá um passo decisivo rumo à economia de baixo carbono. As lições práticas da implementação das diretrizes do Artigo 6 continuarão a refinar os mercados de carbono, transformando desafios globais em oportunidades para um futuro sustentável e resiliente. Mais informações, acesse: https://cop29.az/en/media-hub/news/cop29-achieves-full-operationalisation-of-article-6-of-paris-agreement-unlocks-international-carbon-markets

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O que é o Mercado de Carbono?

O mercado de carbono é um sistema que foi criado para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) responsáveis pelas mudanças climáticas. Ele funciona como um mecanismo econômico para incentivar a diminuição dessas emissões. O princípio básico do mercado de carbono é bastante simples: ele atribui um valor financeiro às emissões de carbono, encorajando as empresas e os governos a reduzirem suas emissões de gases de efeito estufa. Existem dois tipos de mercado de carbono. O primeiro, se refere ao mercado de carbono regulado, que trata-se de um sistema no qual os governos ou autoridades reguladoaras estabelecem regras e limites específicos para as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e criam um mercado para negociar essas emissões. Esses sistemas são geralmente baseados em uma abordagem de cap and trade, onde um limite máximo (ou “teto”) de emissões é estabelecido para um determinado setor da economia. Aqui está uma explicação mais detalhada de como funciona um mercado de carbono regulado: Estabelecimento de Metas: O governo ou uma autoridade reguladora estabelece metas de redução de emissões para setores específicos da economia, como indústrias pesadas, energia ou transporte. Essas metas são muitas vezes baseadas em compromissos internacionais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Distribuição de Permissões: Com base nessas metas, um número limitado de permissões de emissão é criado. Cada permissão representa uma certa quantidade de emissões permitidas. Estas permissões são então distribuídas ou leiloadas para as empresas dentro do setor regulado. Negociação de Permissões: As empresas que conseguem reduzir suas emissões abaixo do limite podem vender suas permissões excedentes para aquelas que excedem seu limite. Isso cria um mercado para as permissões de emissão, onde os preços são determinados pela oferta e demanda. Empresas que não conseguem cumprir suas metas podem comprar permissões adicionais no mercado. Monitoramento e Cumprimento: As emissões das empresas são monitoradas de perto para garantir que estejam dentro dos limites estabelecidos. Empresas que excedem suas permissões sem compensação adequada estão sujeitas a penalidades financeiras significativas. Este tipo de mercado cria incentivos para as empresas reduzirem suas emissões, já que aquelas que conseguem fazê-lo de maneira mais eficiente têm a oportunidade de vender suas permissões excedentes, enquanto as empresas que têm dificuldade em cumprir as metas podem comprar permissões adicionais para evitar penalidades. Esse sistema visa promover a redução das emissões de gases de efeito estufa de forma economicamente eficiente. Exemplos notáveis de mercados de carbono regulados incluem o Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia (EU ETS) e o mercado de carbono da Califórnia, nos Estados Unidos. Outro tipo de mercado é o voluntário, que compreende uma iniciativa na qual empresas, organizações ou indivíduos optam por compensar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) através de projetos de redução de emissões ou de captura de carbono, mesmo que não sejam legalmente obrigados a fazê-lo. Ao contrário dos mercados de carbono regulados, que são impostos por governos ou autoridades reguladoras, o mercado de carbono voluntário é baseado em ações voluntárias e responsabilidade social ou corporativa. Aqui estão alguns pontos chave sobre o mercado de carbono voluntário: Compensação de Emissões: Empresas, organizações e indivíduos podem calcular suas emissões de GEE, por exemplo, provenientes de operações, viagens ou eventos, e então comprar créditos de carbono para compensar essas emissões. Esses créditos de carbono são gerados por projetos que reduzem ou capturam emissões equivalentes em outro lugar, como projetos de energia renovável, reflorestamento, eficiência energética ou de gestão de resíduos. Responsabilidade Social Corporativa (RSC): Muitas empresas optam por participar do mercado de carbono voluntário como parte de suas iniciativas de Responsabilidade Social Corporativa (RSC). Ao compensar suas emissões de carbono, elas demonstram seu compromisso com a sustentabilidade e o meio ambiente, o que pode melhorar sua reputação e relacionamento com os clientes. Certificações e Padrões: Existem várias certificações e padrões no mercado de carbono voluntário que garantem a qualidade e a autenticidade dos créditos de carbono. Alguns exemplos incluem o padrão Verified Carbon Standard (VCS) e o padrão Gold Standard. Projetos de Desenvolvimento Sustentável: Muitos projetos de carbono voluntário também têm benefícios sociais e econômicos para as comunidades locais, como a criação de empregos, o acesso à energia limpa e o desenvolvimento econômico sustentável. Aumento da Consciência Ambiental: O mercado de carbono voluntário desempenha um papel importante na conscientização sobre as mudanças climáticas e no incentivo às práticas sustentáveis, mesmo em locais onde não há regulamentação governamental rigorosa sobre as emissões de carbono. Em resumo, o mercado de carbono voluntário permite que as partes interessadas compensem suas emissões de carbono de forma voluntária, ajudando a impulsionar a transição para uma economia de baixo carbono e a mitigar os impactos das mudanças climáticas. Dentro destes dois tipos de mercado existem mecanismos de de comercialização de créditos, que são: Sistemas de Cap and Trade (Teto e Comércio): Trata-se quando um governo estabelece um limite máximo para as emissões de carbono de determinadas indústrias ou setores da economia. As empresas recebem permissões de emissão que podem comprar, vender ou manter, dependendo de suas necessidades. Um exemplo famoso é o Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia (EU ETS). Esquemas de Offsetting (Compensação): Algumas iniciativas permitem que empresas compensem suas próprias emissões financiando projetos de redução de emissões em outros lugares. Isso é feito comprando créditos de carbono gerados por projetos de compensação, como reflorestamento, energia renovável ou eficiência energética. Taxa de Carbono: Em vez de um sistema de cap and trade, alguns países ou regiões optam por impor uma taxa sobre as emissões de carbono. Empresas ou indivíduos são taxados com base na quantidade de carbono que emitem. Estes são apenas alguns exemplos dos tipos de mercado de carbono e mecanismos que existem. Cada um tem suas próprias vantagens e desafios, e a escolha do modelo depende das políticas e das metas específicas de redução de emissões de cada região ou país. A Carbon hub, por meio do seu modelo de negócio baseado em descarbonização como serviço oferece um conjunto de soluções para descarbonizar as operações

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Guia de Orientação para Empresas – SBCE

Seu E-Book está pronto! Conheça as oportunidades e desafios operacionais do novo mercado de carbono brasileiro. Com a recente aprovação do PL 182/24, que regulamenta o mercado de carbono, preparamos um Guia para ajudar as empresas a entenderem melhor esse novo mercado e se prepararem para as mudanças e oportunidades que ele traz. BAIXAR AGORA!

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Inventário de GEE

O Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é um documento que quantifica as emissões de gases de estufa efeito de uma organização. É uma ferramenta fundamental para entender a fonte e a magnitude das emissões de gases de efeito estufa, ajudando na identificação de áreas-chave para redução de emissões. Elaborar um inventário de gases de efeito estufa envolve um processo detalhado que requer a coleta de dados, cálculos precisos e o uso de metodologias padronizadas. Aqui estão as etapas gerais para criar um inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE): Escopo e Objetivos: Defina o escopo do inventário, ou seja, o que será incluído (setores, fontes, gases) e os anos de referência. Estabeleça objetivos claros para o inventário, como cumprir regulamentações, monitorar o progresso ou melhorar a gestão ambiental. Coleta de Dados: Identifique todas as fontes de emissões de GEE relevantes para o seu escopo. Colete dados sobre essas fontes, incluindo consumo de energia, atividades agrícolas, transporte, processos industriais, gestão de resíduos, entre outros. Utilize fontes primárias de dados sempre que possível, como direcionamento direto ou registros de produção. Seleção de Metodologias: Escolha as metodologias de cálculo observadas, conforme definidas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) ou outras diretrizes reconhecidas internacionalmente. As metodologias variam dependendo do setor ou da fonte de emissão.  Cálculos de Emissões: Aplique as metodologias escolhidas para calcular as emissões de GEE de acordo com as atividades e os dados coletados. Converta os dados brutos em equivalentes de dióxido de carbono (CO2e), considerando o potencial de aquecimento global dos diferentes gases de efeito estufa. Verificação de Dados: Realize uma verificação de qualidade dos dados para garantir a precisão e a confiabilidade das informações coletadas. Isso pode envolver a revisão de cálculos, a reconciliação de dados e a identificação de lacunas ou incertezas. Documentação: Apresente os resultados do inventário de forma clara e compreensível. Isso pode incluir gráficos, tabelas e análises para destacar as principais fontes de emissões. Faça uma análise crítica dos resultados. Identificar padrões, tendências e áreas onde as reduções de emissões podem ser mais eficazes. Compartilhe os resultados com partes interessadas relevantes, como órgãos reguladores, acionistas, públicos e ONGs ambientais. A transparência é fundamental para a substituição do inventário. Mantenha registros detalhados de todos os dados, cálculos e documentos usados no inventário. Isso não é apenas crucial para o futuro. Você pode fazer a diferença no combate às mudanças climáticas! Agora que você conhece as etapas para criar um inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE), é hora de agir. Comece definindo o escopo e os objetivos do seu inventário, identifique as fontes de emissões relevantes e colete dados precisos. Ao escolher as metodologias certas e realizar cálculos precisos, você estará contribuindo para um ambiente mais saudável. Junte-se a Carbon hub no esforço global para reduzir as emissões de GEE e proteger nosso planeta para as gerações futuras!

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