O papel estratégico do profissional de Administração na nova economia climática — da inovação e dos ativos ambientais à regulação que redefine a decisão nas organizações.
O Fórum promove um debate integrado sobre os impactos da governança climática na gestão das organizações, articulando inovação, experiências concretas e regulação para apoiar os profissionais de Administração na tomada de decisões estratégicas em uma economia de baixo carbono.
A programação é construída como uma trajetória: começa pelas capacidades e tecnologias que estão redefinindo a gestão climática, avança para experiências reais de governança nos setores público e privado e se encerra no ambiente regulatório e institucional que passa a estruturar a decisão organizacional.
Inventários de emissões, relatórios de sustentabilidade, gestão de riscos climáticos e conformidade regulatória são, antes de tudo, problemas de gestão. O Fórum posiciona o profissional de Administração como agente central dessa agenda dentro das organizações.
O Painel 1 mapeia como inovação, inteligência artificial e novos ativos ambientais estão redefinindo a gestão climática.
O Painel 2 examina essa transformação em casos reais de governança nos setores público e privado.
O Painel 3 reúne os requisitos regulatórios, institucionais e de governança necessários à decisão.
Quatro horas de programação contínua, com três painéis temáticos e intervalo para networking.
A abertura institucional dá início à programação, apresentando o propósito do Fórum e o papel do CRA-RJ na construção da agenda de governança climática.
Debater como inovação, inteligência artificial, transformação digital e novos mercados de ativos ambientais estão redefinindo a gestão climática e criando formas de gerar valor, reduzir riscos e ampliar a competitividade das organizações.
A gestão climática deixa de ser exclusivamente uma agenda ambiental e passa a ocupar posição estratégica nas organizações. Inteligência artificial, dados e automação transformam a capacidade de medir, monitorar, prever e gerenciar impactos e riscos climáticos.
A evolução dos mercados de carbono e de ativos ambientais cria novas possibilidades de geração de valor e financiamento. O desafio não é apenas adotar tecnologias, mas redefinir modelos de gestão, competências e mecanismos de decisão.
Demonstrar, a partir de experiências concretas, como a governança climática é estruturada, implantada e monitorada — transformando compromissos em políticas públicas, planejamento territorial, estratégias organizacionais e resultados mensuráveis.
Se o Painel 1 apresenta as tecnologias que redefinem a gestão climática, este painel avança para como essas transformações estão sendo incorporadas às decisões e à governança das organizações e dos territórios.
A partir de casos concretos — da governança global às políticas estaduais e municipais, até a gestão empresarial — o painel evidencia o que funciona na prática e como transformar diretrizes climáticas em resultados verificáveis.
Consolidar os aprendizados dos painéis anteriores e discutir como regulação, instituições, mercados e mecanismos de governança estão redefinindo as responsabilidades das organizações — riscos, conformidade, transparência, financiamento e ativos ambientais.
A transformação da gestão climática ocorre num ambiente institucional cada vez mais estruturado por novas regulações e exigências de gestão de riscos. A expansão do mercado regulado de carbono e a incorporação dos riscos climáticos ao sistema financeiro alteram como as organizações medem, comprovam e comunicam desempenho.
A governança climática passa a ocupar espaço crescente nos conselhos de administração e nas estruturas de risco, compliance, finanças e inovação.
Inscrições abertas para o 1º Fórum de Governança Climática — 10 de setembro, no Exporio.
Concepção e curadoria pela Comissão Especial de Governança Climática e Sustentabilidade (ESG) do CRA-RJ.